"Cuando pierda todas las partidas
Cuando duerma con la soledad
Cuando se me cierren las salidas
Y la noche no me deje en paz
Cuando sienta miedo del silencio
Cuando cueste mantenerse en pie
Cuando se rebelen los recuerdos
Y me pongan contra la pared
Resistiré, erguido frente a todo
Me volveré de hierro para endurecer la piel
Y aunque los vientos de la vida soplen fuerte
Soy como el junco que se dobla,
Pero siempre sigue en pie
Resistiré, para seguir viviendo
Soportaré los golpes y jamás me rendiré
Y aunque los sueños se me rompan en pedazos
Resistiré, resistiré.
Cuando el mundo pierda toda magia
Cuando mi enemigo sea yo
Cuando me apuñale la nostalgia
Y no reconozca ni mi voz
Cuando me aminace la locura
Cuando en mi moneda salga cruz
Cuando el diablo pase la factura
O si alguna vez me faltas tú.
Cuando duerma con la soledad
Cuando se me cierren las salidas
Y la noche no me deje en paz
Cuando sienta miedo del silencio
Cuando cueste mantenerse en pie
Cuando se rebelen los recuerdos
Y me pongan contra la pared
Resistiré, erguido frente a todo
Me volveré de hierro para endurecer la piel
Y aunque los vientos de la vida soplen fuerte
Soy como el junco que se dobla,
Pero siempre sigue en pie
Resistiré, para seguir viviendo
Soportaré los golpes y jamás me rendiré
Y aunque los sueños se me rompan en pedazos
Resistiré, resistiré.
Cuando el mundo pierda toda magia
Cuando mi enemigo sea yo
Cuando me apuñale la nostalgia
Y no reconozca ni mi voz
Cuando me aminace la locura
Cuando en mi moneda salga cruz
Cuando el diablo pase la factura
O si alguna vez me faltas tú.
[Resistiré - Duo dinamico]
Tenho frequentemente me visto relembrando momentos, músicas, lugares e pessoas... como dizem: recordar também é viver!
Não que eu queira viver de recordação, na verdade, acho que esse mar de recordações é saudade das braba de casa... acredito até ter batido mais uma vez o recorde de tempo sem ir à Natal. )= Felizmente, esse meu problema já tem solução à vista. Já estou na contagem regressiva para minha próxima ida! Já-já eu chego! =)
Pois bem, conversas musicais me fizeram lembrar de algumas músicas que me trouxeram lembranças...
A primeira música foi "Corazon Partio" de Alejando Sanz. Fiquei lembrando das tantas e tantas vezes que escutei lá em casa... Minhas irmãs adoravam! Em especial Luci... acho que aprendi a cantar só de ouvir e de tentar cantar junto...
"¿Quién me va a entregar sus emociones?
¿Quién me va a pedir que nunca le abandone?
¿Quién me tapará esta noche si hace frío?
¿Quién me va a curar el corazón partío?
¿Quién llenará de primaveras este enero,
y bajará la luna para que juguemos?
Dime, si tú te vas, dime cariño mío,
¿quién me va a curar el corazón partío?"
["Corazon Partio" - Alejando Sanz]
Aí, em lembrar de músicas que cantávamos lá em casa me vi lembrando de uma clássica: Resitiré! Essa é a cara de mamãe! Ao menos era do CD que tínhamos como o favorito dela (e que eu fiz uma capa que o fez parecer CD de criança :-P). Me lembro também de escutar várias vezes essa música no som da sala (na casa de Potilândia) e, em algumas destas vezes, de cantarmos (todas nós) junto com o som: "Resistiré, Resistiré"...
"Cuando pierda todas las partidas
Cuando duerma con la soledad
Cuando se me cierren las salidas
Y la noche no me deje en paz"
[Resistiré - Dua Dinamico]
Agora esta última é para quem tem boa memória...
Não sei porque cargas d'água me lembrei de uma música do fundo do baú... "Meu Nego" de Eliane ("a rainha do forró") . Não o bastante de lembrar da música me lembrei ainda de brincar (sim, brincar foi na minha infância) - na caixa d'água da casa de praia de Buzius - fingindo estar num palco e cantando esta música em particular. (rsrs)
Se alguém ficou com saudade de ouvir Eliane, eis aqui um pout-porri.
"Pele morena
Sua boca pequena
Olhos da noite sedutor
Jeito manhoso
Seu beijo gostoso
Meu nego moreno
Quero teu amor"
["Meu Nego" - Eliane]
Lar@Cultura
"Não há melhor lugar para
estar do que estar contente.
Esta é uma grande verdade.
Não há melhor lugar para
estar do que estar contente"
[Gonçalo M. Tavares - Em que o homem é tonto ou é mulher]
"O que faz nossa raridade é
a mesma coisa que nos fragiliza.
Nosso ponto forte é o exato
centro de nossa fraqueza."
[Jean-Claude Carrière - En fragilidade]
Dentro da programação cultural da semana fui ver a peça "O que eu gostaria de dizer" - a qual alguns fragmentos encontram-se disponibilizados acima. A peça foi bem interessante com um tempeiro cômico em meio a dramaticidade e poesia. E, para completar, enfim conheci o Centro Cultura da Caixa (eu só conhecia um dos teatros) onde pude ver as exposições: "De Corpo Inteiro" exibindo pinturas, gravuras e desenhos de Darel; "O Jogador" com fotografias de Rogerio Faissal; "8 = 8 The Virtual Museum Project" com arte iterativa e multimídia de Gonzalo Mezza.
Ainda na programação off-work teve o arraiá da COPPE (o instituto de pós-graduação ao qual faço parte) com direito a bandeirinhas, portal de palha de coqueiro, comidas típicas, quadrilha improvisa e forró. =D
Lar@Coisas
No mais a vida segue... uma pilha de artigos para ler, atividades do laboratório, preparando apresentação do artigo, últimos preparativos para viagem para BH e estudando para a prova de alemão.
Ah! Fiz uma página pessoal para referência acadêmica. O trabalho que vou apresentar , por exemplo, já esta lá. Enfim, quem quiser olhar (deixo até dar palpite): http://www.land.ufrj.br/~larissa
Boa semana!

kkkkkkkkkkk
ResponderExcluirNão acredito que vc lembrou da música meu nego!!! me acabei de rir aqui lembrando da gente la em búzios. Otimos tempos...
Pois Lara vamos tirar um diazinho que vc vai ta aqui pra fazer mais coisas pra gente ri la na frente!
bju