segunda-feira, 11 de junho de 2012

Boletão - Lar@ 62

Lar@PhD
Boston: Jardim Público

"Resistiré, erguido frente a todo
Me volveré de hierro para endurecer la piel
Y aunque los vientos de la vida soplen fuerte
Soy como el junco que se dobla,
Pero siempre sigue en pie
Resistiré, para seguir viviendo
Soportaré los golpes y jamás me rendiré
Y aunque los sueños se me rompan en pedazos
Resistiré, resistiré."
[Resistiré - Duo dinamico]


Nesse final de semestre fiquei numa loucura total, primeiro intensifiquei o ritmo... estava passando em média 12 horas por dia (7 dias na semana) na universidade mas isso incluía parar para fazer alguma atividade física 2 ou 3 vezes por semana... ai na última semana consegui fazer a proeza de passar 5 dias seguidos passando 14 horas na universidade...

Quando fui me queixar disso com um colega sabe o que ele falou?
Mas a gente não fazia isso no CEFET?
Bem, minha memória é curta e eu pareço só lembrar do que quero... é verdade que não é a primeira vez que meu ritmo é intenso mas mesmo quando passava horas e horas no CEFET, UFRN, entre CIn (UFPE) e monografia ou na UFRJ (mestrado) em geral incluia outras coisas boas... no CEFET, por exemplo, eu passava o dia lá, verdade, mas eu tinha aula, jogava xadrez, tocava violão, conversava horrores do patio, tinha atividade física, grêmio, teatro, aula de frances... enfim, não eram 14 horas estudando feito condenada...

Enfim, o final de semestre foi quase de matar. Quase pirei, cheguei quase ao limite da exaustão...  isso para dar conta do final do semestre e da pesquisa... ou seja, se em algum momento da sua vida você pensou que fazer PhD era fácil ou você é um gênio que não precisa estudar ou precisa repensar os seus conceitos (ao menos para um PhD em Computação por aqui). 

Para falar a verdade o PhD não tem sido fácil, algumas vezes eu acho que não estou dando conta como queria, mas eu sigo tentando, tenho sempre a certeza que estou ralando para tentar conseguir... então, vou sobrevivendo até onde der/puder!
Por bem ou por mal sobrevivi ao final do semestre, então, de certa maneira posso dizer que já sobrevivi ao primeiro ano do doutorado (uma vez que só tenho classes agora em setembro). =) 

Ou seja, não é fácil mas, vamos que vamos! 


Lar@visitas
New York
"Start spreading the news
I'm leaving today
I want to be a part of it
New York, New York

These vagabond shoes
Are longing to stray
Right through the very heart of it
New York, New York"
[New York - Frank Sinatra]


Sabe como é bom receber visitas?
É bom quando mesmo quando você acaba de sair de um semestre que quase acaba de acabar com você e que te deixa meio ranzinza você ainda adora as visitas.  Pois bem, para alegrar minha vida e matar um pouco das saudades rebebi a maravilhosa visita da minha mãe e da minha tia. Foi curtinha, elas ficaram uns 8 dias apenas mas, deu para aproveitar bastante.  Ficamos meio Boston e meio em Nova York. Boston incluiu passeios pelo centro, jardim público, jantar no restaurante do prédio mais alto da cidade (Prudential 53º andar: http://instagr.am/p/KjU70NEl9C/), Harvard, museus, arboreto ( http://instagr.am/p/KvteYqEl0_/) e, claro, barzinhos/pubs afinal americano tem muitas cervejas locais e é um desperdício não provar delas. =P
Times Square: 2012
Times Square: 2003


Nova Iorque foi algo muito interessante por vários motivos. O primeiro deles é que tinha sido a única cidade americana que eu já tinha visitado antes de virar morar aqui (visitei em 2003 no último ano do ensino médio para um encontro da ONG) eu não tinha ido lá desde então.  Assim, ao mesmo tempo que re-descobria a cidade (pois não só a cidade mudou muito como meu mundo virou tantas vezes neste meio tempo que não tenho como perceber a cidade da mesma forma) me inundava de antigas lembranças... a sensação de já estive aqui junto com alguns "flash-backs" causaram reações deveras interessantes em mim. O melhor foi eu andando e reconhecendo a vizinhança achar (por acaso) o hotel que tinha ficado nesta outra visita (juro que não tinha procurado relembrar disso antes). Lembrei de como tinha achado legal o fato da cidade ser tão internacional  e que me surpreendia ao tentar perceber as diferentes línguas que ouvia em casa esquina que parava - algo que me encanta hoje também em Boston mostrando que mudamos mas que tem coisas da essência de nos mesmos que continuam lá. Abrindo um parentese do meu passado em NY ficam algumas fotos que achei no site do encontro que participei (foto1, Rockefeller , foto3, foto4).

Outro motivos que fizeram da minha experiência em NY ser encantadora, apesar do tempo chuvoso, foi a companhia... que coisa mais chique que celebrar com ela o aniversário da sua mãe em NY? Enfim, NY incluiu city-tours,  Estátua da Liberdade (http://instagr.am/p/KnYxLtkl3M/), Times Square (http://instagr.am/p/Klq0ickl1U/), ir na loja da Lego (http://instagr.am/p/KopaMYkl6H/), passagem relâmpago ao Central Park e o deslumbrante espetáculo do Fantasma da Opera na Broadway (http://instagr.am/p/Kq0anIkl3M/)!
Gente, saí deslumbrada com aquilo (espetáculo da Broadway), que produção, música... que espéculo! Definitivamente vou a outro show da Broadway em próximos retornos a NY. 

Mas, como tudo que é bom dura pouco, elas partiram deixando boas lembranças e saudades... (http://instagr.am/p/K0UcaJEl0O/)

Lar@primavera-verão

Boston
"Procuro nas coisas vagas
Ciência!
Eu movo dezenas de músculos
Para sorrir...

Nos poros a contrair
Nas pétalas do jasmim
Com a brisa que vem roçar
Da outra margem do mar...

Procuro na paisagem
Cadência!
Os átomos coreografam
A grama do chão..."
[A alma e a matéria - Marisa Monte]

Dias ensolarados realmente me fazem feliz, já disse isso?
Cada vez mais tenho percebido como tenho mudado meu humor com a chegada de dias mais quentes nesta primavera-verão (em teoria ainda é primavera mas sinto o verão dentro de mim).  O fato de também não estar pirando com aulas e pesquisa (até setembro vou ficar trabalhando só na pesquisa) tem ajudado... tenho dormido mais e tenho voltado a ter uma rotina menos louca (ainda cheia de coisas mas sobra tempo para viver além do laboratório).

Estou numa fase boa comigo, tenho tido mais tempo para coisa que gosto a única coisa que não esta perfeita é que estou num ritmo de trabalho (produtividade) não dos melhores mas, tirando isso, tá tudo bem. No mais tentando me organizar e otimizar o tempo para ficar tudo ainda melhor! =)

Mas, também é difícil não ficar bem quando o dia se colore todo, não?
Espia isso, essa é na "praia" da universidade (BU beach: http://instagr.am/p/J0ejdvEl6E/) e essa outra é em outro trecho do Rio Charles (John W. Weeks Bridge http://instagr.am/p/Lqnkf9El6-/) !

Lar@atividade
Boston - Charles River (Rio)
"Tenho medo de acender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar"
[Medo - Lenine]

Eu tenho percebido que gosto de aprender coisas novas, de experimentar coisas diferentes, de me envolver em diferente atividades. Ou melhor, tenho me lembrando ou reencontrado esse meu lado... de certa maneira eu já sabia disso e acho que quem me acompanha a mais tempo também... lembro que o pessoal de casa fazia graça de mim durante o ensino médio porque eu fazia 10 atividades. Que fique claro (em minha defesa) que elas não foram exatamente simultâneas e algumas tinham meu envolvimento mais esporádico... =P  mas, enfim, acho que sempre gostei de fazer diversas coisas mesmo. 

Lembro que em algum momento achei que não havia nada que eu não pudesse aprender se eu quisesse... e, muitas vezes, continuo pensando assim...  ok, tenho consciência que não serei boa em um décimo sequer das coisas que faço mas, enquanto eu tiver me divertido aprendendo e experimentando coisas legais, tá valendo!
Mas, porque toda essa introdução?
Junto com os dias mais quentes da primavera e com o período entre aulas vem uma rotina menos louca, vontade de fazer exercícios e minhas novas e excitantes atividades!

Tem coisa que você não pode pensar muito se não não faz.
No verão resolvi fazer algumas aulas de escalada e de remo (tipo caiaque).

A primeira aula de escalada não foi a primeira vez que escalei, fiz uma aula teste ano passado e tinha adorado (por isso fiz a inscrição no curso agora). Mas sempre dá aquele medo. A primeira aula, na verdade, sei lá porque eu estava tão confiante de mim que subi a parede rapidinho o instrutor até perguntou se eu já tinha feito alguma aula antes... mas que dá medo dá... não tenho pavor de altura mas, tenho medo como qualquer pessoa que preza pela sua segurança... mas enfim, eu sabia que tinhas as cordas para me segurar e por estar fazendo mais atividade física a musculatura mais forte me fez mais confiante para subir sem olhar muito para o que ficava para baixo. Além disso a aula foi cheia de instruções, como fazer os nós, o que verificar nos equipamentos, etc. 
A segunda aula foi maravilhosa apesar que eu tive muito mais medo (peguei paredes mais difíceis) e estava mais cansada... entretanto, tive mais tentativas (pois agora depois das instruções trabalhamos em grupos pequenos um segura a corda e o outro sobe - é legal aprender isso por sinal). As tentativas, entretanto, deram direito a cair (e ficar suspensa nas cordas), gritar para todo mundo que estava perto olhar para você (eu juro que tento não ligar muito quando meu cérebro diz que preciso expressar meus medos em sons), perder as forças, morrer de medo e numa delas chegar ao topo da parede! 
Nunca pensei que ia gostar tanto de escalar... da vontade de ficar lá o dia todo (ah! se eu pudesse seja por tempo ou disposição física). Na verdade essa coisa de encarar seu medo, se superar é muito bom! 

Ainda tenho mais algumas aulas pela frente depois delas devo estar habilidade para usar a parede sem um instrutor... ou seja, vou poder brincar a vontade! Mas, estou tão animada que estou pensando em fazer mais alguma cursos de escalada... vamos ver o que acontece até o final do curso. =)

O segundo desafio foi a aula de "sculling"... estou tendo alguma dificuldade de traduzir essa palavra pois o dicionario aponta para remo mas não é remo (ver foto de remo: http://t.co/ATspUxur ), ou melhor, é remo mas num barquinho de um ou duas pessoas (também achoque não é exatamente caíque pois esse só tem um remo). Enfim, nunca fiz nada do tipo na minha vida e resolvi experimentar. 
As aulas são no rio (Charles River) pertinho da universidade a primeira aula o tempo tava horrível então foi mais instruções e treinar nas maquinas que tem na casa de barcos (nesta minha foto da para ver o rio e a casa de barcos que é uma prédio amarelo na margem esquerda: http://t.co/T2589jmZ). A segunda aula foi chegando, pondo o barquinho na água algumas instruções e agora vá remar... deu um medo danado, ok, eu recebi as instruções mas da medo de ficar sozinha num barquinho no meio do rio... ok que o instrutor tem um lancha e fica sempre perto dos alunos para dar instruções e ajudar em caso de incidentes... mas dá medo, se você fizer coisa errada (como tirar as mãos do remo) o barco pode virar e é você que cai nas águas sujas... eu quase travei no inicio da aula, mas ai foi respirar fundo e ir tentando mexer o barquinho, entendo com seus movimentos controlam o movimentos do barquinho... mais uma vez, superar o medo é algo fantástico. Não me saí bem na aula não, ainda tenho muito o que aprender mas eu consegui ver que sim, aquilo vai ser algo muito mais divertido quando eu não estiver tão assustada e mais confiante (no final da aula eu já estava bem melhor ou bem menos mal) e sobretudo, bonito, apesar de estar muito focada no movimento dos remos ver o rio (mesmo que sujo) de dentro do rio é encantador.
Vou pedir para algum amigo me fotografar qualquer dia desses... assim fica o registro para mim e eu posso compartilhar com vocês. =)


Lar@vida
"Flores enfeitando os caminhos, 
os vestidos, 
os destinos 
e essa canção" 
e também meu escritório!

No mais a vida segue. Sempre tento achar tempo para as pequenas coisas que fazem feliz como me deixar encantar pelo que posso ver numa caminhada pelo reservatório que tem aqui perto de casa (http://instagr.am/p/J-VaacEl9k/, flores:  http://instagr.am/p/LLVrDSkl1x/), nas cores do por-do-sol (http://t.co/fVYLeHNihttp://instagr.am/p/LjWfsRklwF/) , na lua (http://instagr.am/p/KRNj8vEl9J/) ou ainda numa simples noite (http://instagr.am/p/KWKNYmkl06/) .

Para deixar o trabalho no verão mais agradável coloquei flores na janela da minha sala (http://instagr.am/p/LBCSnTEl8a/http://instagr.am/p/LlB4Zekl4C/) o que melhora minha super visão para a parede do prédio vizinho, não?


Uma novidade boa é que abriu um restaurante brasileiro (literalmente) na esquina na minha casa e já fui lá conferir. O restaurante tem aquele comidinha básica de self-service brasileiro com direito a churrasco e tudo mais, para os padrões brasileiros comida simples de dia-dia o que para mim (tão longe) já é bom demais da conta! O restaurante me lembra muito, na verdade, o restaurante que ia muito durante o mestrado (Kilowatts) =D


Outra novidade é que finalmente comprei uma bicicleta. 
O finalmente é porque desde que cheguei aqui fiquei dizendo que ia comprar e não comprei... 
Comprei uma bike usada numa loja que alguns amigos recomendaram (bom equilíbrio entre preço e qualidade). A bike é uma montainbike pequena e apensar de ser modelo "masculino" é muito boa, foi quase amor a primeira pedalada. Minha ideia é ficar indo quando/enquanto tiver bom tempo para universidade assim aproveito um pouco dos belos dias de sol e também faço mais alguma atividade física.  Minha primeira aventura foi trazer a bike para casa... a loja que meus amigos me recomendaram fica do outro lado da cidade (do outro lado do rio) e eu nunca tinha ido por lá... para voltar para casa foi parando de tanto em tanto para olhar no mapa a direção que precisa pegar... mas enfim, tenho uma bike! Veja que graça:  http://instagr.am/p/LqnGvNEl6h/!

Lar@línguas

"I am pleasent now I know you can't feel
I definitely doing a big party for real
I do have some regrets
But thank God I've paid all my checks
And I have this letter back to you
Thank you for all those
Feelings, pictures, beauties on my hands
It could also be a perfect match
So I will take my shot a little faster
I don't care about my accent
I would spend my hundred dollars
Just to stop the time and say:
'Yes, this is good for me.'"
[For you and for me - Tie]

Quadro da minha sala na universidade

Estou tentando aprender coisas básicas como "oi, como vai?" na língua dos meus amigos.
Apesar das minhas ainda imperfeições com o inglês (off - vi essa figura com palavras em inglês http://9gag.com/gag/4319904)-  que por sinal já estou voltando a estudar e devo intensificar um pouco no verão - acho que finalmente estou ficando mais confortável com a língua tanto que já tenho o mínimo de espaço/disposição para tentar aprender coisas em outras línguas novamente...
Porque digo isso? Bem, quanto estive na França, eu estava ainda com tanto esforço para falar ingles e desenferrujar o Francês que apesar da minha toda curiosidade (em querer saber das estranhas línguas que meus amigos falavam) não ficava pedindo para que eles me ensinarem outras coisas... eu sabia que dificilmente aprenderia...
Uma coisa curiosa que me aconteceu foi logo no inicio quando pedi para alguém me ensinar algo. Ai chegava falando para outro nativo da língua e surgia aquela face de admiração: "Uau! Você esta tentando falar minha língua!" seguido das perguntas "-Você esta tentando aprender? Quem esta te ensinando?" Confesso que no inicio me sentia meio incomodada pois parecia que soava como "quem essa menina pensa que é para aprender minha língua?" mas depois eu vi que na verdade é meio que o ao contrario... Para entender eu me imaginei na situação oposta, um colega (por exemplo) chines chegando do nada e me cumprimentando em português... eu ficaria admiradamente surpresa, assim como eles ficam com o meu esforço de aprender a língua deles. Se sua língua de origem não é uma língua popular (exemplo: inglês, espanhol, francês) para os não nativos da sua língua é realmente de se admirar que alguém queira aprender só para cumprimentar os colegas, não?
Não estou fazendo para chamar atenção mas tenho que aproveitar essa cara de admiração/surpresa que eles fazem pois é impagável! E, claro, me da vontade de aprender mais e mais.

O que já aprendi?
Não muito mas já cumprimento vários amigos (chineses, iranianos, gregos, russos, italianos e americanos =P) em suas respectivas línguas e, vira-volta, escuto de volta um "bom dia", "boa tarde" ou "boa noite"...
Outra coisa é que aprendendo as expressões vira volta vem as histórias associadas... para mim aprender uma língua ou ao menos ter noções dela é a melhor maneira de entender um pouco mais da cultura de quem a fala, a melhor maneira de tentar acessar um pedacinho do mundo que não me pertence mas que os meus amigos trazem em suas bagagens de vida.

Lar@amor.de.verão


"Somewhere over the rainbow
Bluebirds fly
And the dreams
That you've dreamed of
Dreams really do come true

Someday
I'll wish upon a star
And wake up
Where the clouds are far
Behind me
Where troubles melts
Like lemon drops
Away above the chimney tops
That's where you'll find me"
[Somewhere over the rainbow -  E.Y. Harburg]


Eu nunca pensei que iria querer tocar outra coisa alem de violão... eu até gosto de tentar coisas diferentes mas sempre pensei: "mal tenho tempo para tocar violão, para que vou querer ter outro instrumento?". Eu pensava assim até um domingo desses, quando eu fui na casa de um amigo supostamente para ver o super novo violão dele, mas chegando lá, me deparei com um pequeno Ukulele (sim aqueles pequenos violões do Hawaii) e passei uma tarde me divertindo em tentar tocar o pequenino... e assim eu me apaixonei (por um Ukulele) pois eles são muito lindinhos e engraçados!

Resultado: sai da casa do meu amigo com a ideia, vou comprar um Ukulele para mim!

Aqui nos Estados Unidos, assim como na Europa, voce encontra alguns de qualidade razoavel por preços acessíveis. Pois bem, essa semana resolvi ir na loja e comprei um pequenino para mim... como aqui é verão (ou quase): meu pequeno amor de verão! (Ver foto: http://t.co/iZmK6YFD)

Para ter uma noção melhor do tamanho tirei um foto do pequeno (Ukulele) com o meu moreno (violão)! Minha irmã já me falou que anda cuidando do meu loirinho que esta no Brasil, assim todos ficam felizes! =D

Tenho ficado bem animada com o Ukulele (pena que não tenho tanto tempo assim - evito tocar depois da 10pm daí não sobra muito tempo durante a semana) e de tanto falar alguns amigos já começam a me recomendar músicas com versão ou pessoas tocando Ukulele. Daí junto com algumas música que tenho ouvido deixo estas como minhas recomendações de final de postagem.
Até a próxima!

Somewhere over the rainbow/ what a wonderful world

I'm yours (Luísa, juro que já tinha selecionado a música antes do seu e-mail)


Into the Wild

Still Alive



From me to you




3 comentários:

  1. Seu avô Waldson gostaria muito de ver vc aprendendo todos esses idiomas. Que me lembre ele tinha curso de mandarim em LPs. Aprender sempre é bom. E sempre vai ter + coisas pra aprender. Beijos.

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  2. Larissa voce se lembra como eu lhe chamava ? a menina das 10 atividades. Sabe como é, voce sempre fazendo coisas diferentes e conseguindo tempo para fazer outras tantas. Voce vai ser ( ja é) uma poliglota para resgatar o gosto do avô. Agora me diga lá, o que tem tanto nesse quadro da sua sala ?, fórmulas secretas ? equações futuristas ?, um mapa interplanetário ?, ou é apenas voce traduzindo a teoria dos algoritmos em números, por que com letras não é possível ? és poeta, és uma grande mulher. Bôa noite- seu pai.

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  3. Oi querida,

    seu pai tem toda a razão: você é uma grande mulher! Corajosa, perseverante e muito, muito verdadeira nos seus sentimentos e consegue mostrar isso também bem nos seus escritos. Obrigada por nos deixar compartilhar um pouco de sua vida, mesmo que distante.
    Felicidades sempre e nós aqui te damos a maior força!!!! :)
    beijos, saudades,
    Carol

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