Lar@ferias.viagens
Lar@Nova.York.I
"New York, concrete jungle where dreams are made of
There's nothin' you can't do
Now you're in New York
These streets will make you feel brand new
Big lights will inspire you
Let's hear it for New York, New York,
New York"
["Empire State of Mind" - JAY Z & Alicia Keys]
Lar@Toronto
"Il me parai bien loin l'été
Mes feuilles désséchées
Ne font plus la connection
Mais qu'a t il pu bien arriver
Entre septembre et mai
Je n'fais plus la distinction
Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honeur
Oh je sombre"
[Fleus de Saison - Emelie Simon]
Tradução:
"Me parece bem distante o verão
Não o esqueci
Mas já perdi a razão
E o tempo bem pode parar
E pode bem me confiscar
Qualquer noção das estações
Desde as primeiras luzes trêmulas de outubro
Muito bem em qualquer honra
Eu naufrago"
Lar@Montreal
Lar@Boston
Lar@Nova.York.II
"You're just too good to be true
Can't take my eyes off of you
You'd be like heaven to touch
I wanna hold you so much
At long last love has arrived
And I thank God I'm alive
You're just too good to be true
Can't take my eyes off of you
...
I love you baby and if it's quite all right
I need you baby to warm the lonely nights
I love you baby, trust in me when I say
Oh pretty baby, don't bring me down I pray
Oh pretty baby, now that I've found you stay
And let me love you baby, let me love you"
[Can't take my eyes off you - Frankie Valli]
Fotos de todas essas andanças com a mamãe aqui: NYC, Canada
Lar@viagens.e.caramiolas
Uma coisa boa de viajar é que num lugar diferente voce aproveita não só para conhercer novas coisas mas se conhecer um pouco em exposição a coisas novas. Nesta viagem, por exemplo, eu percebi que minha mãe pode ser minha companheira de aventuras mesmo sem ter o mesmo pique que eu, que por mais que eu mantenha contato virtual nada substitui uma boa conversa pessoalmente (e isso eu sinto muito falta), que acordar muito cedo para pegar fazer o translado para outra cidade pode ser uma chatice, que meu francês é muito pior do que eu gostaria (mas eu adoro o francês e ainda consigo me comunicar), que eu gosto de tentar coisas novas (comidas, bebidas, lugares, atividades)...
Mas entre algumas conversas alguns pensamentos me vieram a tona. Não lembro bem quando mas, no meio da viagem teve um dia que minha mãe falava da saudade de estar em casa, do meu pai, das meninas, de todo mundo e eu vi que eu já me acostumei tanto a sentir saudades (no dia-a-dia) que quando eu viajo e tenho tanta coisa nova em volta é algo que quase não me passa pela cabeça...
Eu gosto de viajar e cada vez mais percebo isso, fico feliz e quero viajar mais e mais...
Vira-volta alguém me diz que eu sou do mundo e pergunta se eu vou voltar a morar no Brasil. Bem, se tudo der certo eu tenho mais uns dois anos e meio por aqui (muito menos ou mais significa que as coisas não estão indo tão bem). E, na verdade, eu mal consigo saber do meu presente imagina saber do meu futuro...
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| Estacao de Trem - Quebec |
Por esses dia rolou a visita da mais belas das belas, da flor do dia, da flor mamãe!
Antes de tudo teve contagem regressiva com gostinho de Outono 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1... e eis que a bela chega (foto0)!
Como ela já tinha vindo por aqui desta vez resolvemos bater perna. Eu tirei uma semana de ferias para viajar (Nova York, Toronto, Quebec e Montreal), trabalhei uma semana com ela por aqui e aprovei um dos poucos longos finais de semana com feriado com ela em Nova York.
Lar@Nova.York.I
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| Estatua da Liberdade - Nova York |
"New York, concrete jungle where dreams are made of
There's nothin' you can't do
Now you're in New York
These streets will make you feel brand new
Big lights will inspire you
Let's hear it for New York, New York,
New York"
["Empire State of Mind" - JAY Z & Alicia Keys]
O roteiro da viagem começou por Nova York onde eu me dei conta que fiz minha mãe virar um mochileira... pois ela veio só com uma malinha (como eu sugeri para fácil locomoção) e ficamos num hostel super bom, simples mas sobretudo super bem localizado pertinho do Central Park e uns 10 minutos andando da Times Square.
Como da ultima vez que ela veio basicamente esta chovendo o tempo todo aproveitamos o bom tempo (deixando as possíveis atividades indoors para o segundo final de semana) para andar, andar e andar...
No primeiro dia andamos no parque da linha alta (High Line) uma linha de trem antiga suspensa que foi transformada num parque, pelos piers perto desse parque e terminando o dia vendo uma opera no belo Lincoln Center (um centro de musica e artes famoso de Nova York).
Ah! Dica: se você resolver comprar um ingresso de ultima hora para um espetáculo lá preste atenção que existem lugares na galeira que não tem assento, isso mesmo, você vê em pé... o que se você é baixinha pode ser bem complicado ainda mais quando uma montanha de quase dois metros fica na sua frente também em pé e o cansaço das horas de andança bate no corpo... resultado Centro bonito, Teatro Belo, Opera de boa qualidade e ótima companhia mas ficamos só para o primeiro ato de 1:30. =)
Ah! Dica: se você resolver comprar um ingresso de ultima hora para um espetáculo lá preste atenção que existem lugares na galeira que não tem assento, isso mesmo, você vê em pé... o que se você é baixinha pode ser bem complicado ainda mais quando uma montanha de quase dois metros fica na sua frente também em pé e o cansaço das horas de andança bate no corpo... resultado Centro bonito, Teatro Belo, Opera de boa qualidade e ótima companhia mas ficamos só para o primeiro ato de 1:30. =)
O segundo dia começou com uma passada pelo Central Park, seguido por um passeio no Parque da Ponte do Brooklyn, a travessia da ponte do Brooklyn. Eu ja falei que botei minha mãe para andar?
Pois foi... e ela até reclamou um pouco (e olha que eu tava gripada e não tava no pique todo).
Depois de um bom almoço no bairro italiano (Little Italy) seguimos para ver o por do sol e escurecer na balsa que passa pertinho da Estatua da Liberdade. A noite uma voltinha pela Times Square e mostrando a mamãe um pouco da culinária americana (cerveja, aperitivos e hambúrguer).
Ainda em Nova York tiramos um dia para caminhar no Central Park vendo seus encantos, castelos, parquinhos, laguinhos, etc.
De Nova York voamos para Toronto.
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| Toronto vista da Torre |
Toronto foi uma passagem rápida. O que me encantou de cara foi já ver as cores do Outono por lá (tanto Boston como Nova York no mesmo período não estavam ainda com folhagem tão colorida).
Em Toronto fomos na Bela Casa Loma, um castelo antigo com uma vista legal para a cidade e um belo jardim. De lá fomos caminhar perto do lago Ontário (que de tão grande parece um mar) e depois de comer algo fomos cansadas para casa.
Nota: viajar em horários muito cedo de um lugar para outro pode ser bastante chato, você não dorme direito na noite anterior para acordar cedo e passa o dia seguinte moída (por isso o primeiro dia em Toronto não foi dos melhores estávamos mortas com as poucas horas dormidas e a viagem).
O segundo dia em Toronto demos uma de turistas bem Turistas, fomos no Museu de Ciência (bem simples comparados a outros que já fui) e ao Museu de Ontário, gente, que Museu espetacular! Um Museu gigante com grande diversidade de arte, exposições culturais, historia natural (muitos dinossauros) e até mesmo onde descobri um pouco mais sobre o nome da minha família (também uma pedra preciosa):
SPINEL deriva da palavra Latina, spina, que significa "pequeno espinho" e se refere às pontas afiadas de certos cristais. Em um primeiro olhar spinel é sempre e constantemente confundido com conríndon (minério). Na idade Media muitos tesouros reais foram decorados com "balas de Rubis" que foram posteriormente identificados como spinel. Spinel vermelhos e azuis são freqüentemente mais vistos mas Spinels aparecem em varias outras cores.
Fechamos o dia vendo o por do sol na torre CN e tomando uma cerveja em uma cervejaria canadense (dos três porquinhos).
Lar@Quebec
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| Quebec |
Mes feuilles désséchées
Ne font plus la connection
Mais qu'a t il pu bien arriver
Entre septembre et mai
Je n'fais plus la distinction
Dès les premières lueurs d'Octobre
En tout bien tout honeur
Oh je sombre"
[Fleus de Saison - Emelie Simon]
Tradução:
"Me parece bem distante o verão
Não o esqueci
Mas já perdi a razão
E o tempo bem pode parar
E pode bem me confiscar
Qualquer noção das estações
Desde as primeiras luzes trêmulas de outubro
Muito bem em qualquer honra
Eu naufrago"
Eu me apaixonei por Quebec. Foi quando eu me senti enfim viajando no "exterior"... adoro viajar mas por ir conhecendo mais e mais cidades americanas não vi nada de tão especial, por exemplo, em Toronto. Mas, Quebec que cidade linda!
Ficamos na parte antiga da cidade dentro da muralhas, ao lado de diversas construções antigas naquela mistura de cultura francesa e inglesa e para completar minha alegria a cidade era cheia de pessoas falando francês! O atendente do hotel que ficamos era uma figura, adorava o Brasil, jogava capoeira e adorava caipirinhas... ele sempre tinha paciência de tentar falar comigo (inclusive fazendo gestos) em francês pois lá infelizmente percebi que já desaprendi muito do pouco francês que tinha re-aprendido quando estive na França... c'est la vie!
Em Quebec fizemos quase tudo apenas andando. A parte antiga - dentro da muralha - muito me lembrou as pequenas cidades francesas como Antibes (que era pertinho da cidade onde fiz o estágio na França) com ruas estreitas, construções antigas, fachadas com belos ar frescos, padarias/confeitarias (boulangeries) cheia de macarrons, vários lugares para comer crepes e outros quitutes mais franceses.
Por ter tido mais tempo por lá pudemos conhecer a cidade de Quebec num ritmo mais gostoso, andando com mais calma, parando para respirar e olhar as cores e encantos da Cidade. As andanças incluiram ir no Mercado local ver a variedade de frutas, verduras e alguns quitutes, fazer a mamãe conhecer o gosto de xarope de ácer/bordo [maple syrup/ sirop d'érable] (provamos diversas coisas nesse sabor), andamos pelas planícies de Abraham, seguir e se perder num tour a pé de um dos nossos guias vendos as ruas, prédios, praças e esculturas importantes. Pudemos ver um pouco da decoração de Halloween no qual a cada dia aparecia mais e mais pela cidade.
Fomos no Observatório da Capital onde pudemos ver toda a cidade e uma coisa encantadora de Quebec é como mistura num só lugar uma arquitetura antiga, paisagem com água, montanhas e floresta. Ou seja, um charme total!
Fizemos a vista ao Parlamento de Quebec e ao Museu das Planícies de Abraham e eu pude ver que eu não sabia muito sobre a história e política canadense incluido maiores detalhes sobre as disputas entre Franceses e Ingleses (e depois sua maneira de tentar apaziguar as coisas entre os dois lados - seria dai a brincadeira que o Canadense ser pacifico?).
Fiz minha mãe também sair bantedo perna para ver a noite da cidade olhando os bares, pubs, etc... nessas provamos muitas cervejas canadenses (eu já desisti de anotar) e saboreamos o Poutine - uma maneira dita canadense de comer batata (o prato basicamente consiste de uma porção de fritas, com carne/frango com algum molho e pedados de queijo no topo) - e outros quitutes.
Um dia fizemos um passeio com um ônibus, em geral, com americanos onde fomos numa deliciosa chocolateira, numa cachoeira la perto, (Cachoeira de Montmorency), numa padaria local (Chez Marie) cuja a especiaria mais famosa era um pão com manteiga de maple (ácer/bordo), fomos na belíssima Basílica de Santa Ana numa cidade vizinha e ainda num ateliê que fazia desenhos em metais. O passeio foi bom, dia de andar um pouco menos e aproveitar para também ver a beleza dacoloração nos arredores da cidade.
No ultimo dia conhecemos a bela estação de Trem de Quebec de onde partimos para Montreal. Olhe, o trem foi o melhor transporte que pegamos em nossa trajetória de mochileiras. Muito confortável, poltronas grandes e uma visão encantadora! Deu vontade agora de fazer uma viagem cruzando o Canada de trem, alguém anima de ir comigo?
Lar@Montreal
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| Notre Dame - Montreal |
Montreal foi quase uma passagem apenas para conexão. Ficamos um dia e meio (acho que por já ter ido por lá eu acabei deixando menos tempo na cidade).
O primeiro dia demos uma volta na cidade, onde vimos o espetaculo das luzes de Notre Dame, eujá tinha ido lá mas o jogo de luz faz a linda catedral ficar ainda mais encantadora. Neste dia também demos um pulinho na parte antiga e terminamos tomando algum chopp canadense com aperitivos perto de casa. Para falar a verdade, eu ainda estiquei a minha programação encontrando um amigo que estava com um grupo de amigos brasileiros e a noite rendeu mais alguns chopps, boa conversas, musica e um pouco de dança. Uma coisa curiosa de quando eu estava com meu amigo no bar é que hora ele falava com o garçom em francês e hora em inglês e vice versa. Achando isso curioso eu comentei com meu amigo e ele me falou que Montreal cerca de 80% (se não me falha a memória) da população é bilingue, que no dia a dia as pessoas mudam de uma língua para outra sem perceberem, que isso é característico da cidade. E ainda que ao mesmo tempo que isso é bom, as pessoas lá parecem se importam mais em conseguir se comunicar que falar correto pode ser algo ruim se seu objetivo em morar na cidade for aprender a língua pois ninguém fica corrigindo.
O ultimo dia em Montreal conseguimos fazer um passeio no Monte Royal (um parque no meio da cidade que da o nome a cidade) no qual fiz esse video aqui:
Mas depois do passeio no parque o tempo fechou o que acabou atrapalhando um pouco nossos passeios... mas, mesmo assim, fomos no Oratório de São José do Monte Royal onde vimos um encantador concerto de Órgão. Eu adoro órgãos e adorei ver este. Para minha mãe, foi a primeira vez que ela via um sendo tocado ao vivo (tem coisas/caras que não tem preço).
Uma coisa curiosa é que tentamos ir ao cinema (já que chovia) mas apesar da enorme bilinguidade a maioria dos cinemas e filmes eram aprensentados apenas dublado em francês... quando decepicionada desisti de assistir o filme o rapaz da bilheteria me questionou que eu sabia falar francês bem porque não assistiria o filme. Ficando feliz com o elogio (eu já esqueci muito mas ainda me comunico) eu expliquei que estava com minha mãe que não falava francês.
Os passeios em Montreal terminaram numa deliciosa chocolateria e em algumas horas de espera pelo nosso ônibus (isso mesmo a mochileira-filha fez a mochileira-mãe andar de onibus de Montrel para Boston).
Lar@Boston
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| Boston |
O ritmo em Boston foi mais calmo.
Eu tinha que trabalhar e ela já conhecia boa parte da cidade.
Ela bateu perna alguns dias sem mim (fez passeio no duck-tour - um carro que anda na rua e no rio) foi em cervejaria. Juntas saimos para comer, demos uma voltinha no centro, no parque na beira do rio, mostrei o campus do MIT, assistimos filme 3D, fizemos um jantar em família, andamos pelo bairro italiano parando para um delicioso cafe e coisas e tal. :)
Em Boston eu brinquei que mamãe conheceu um pouco mais da cultura culinária americana uma vez que segundo um amigo meu americano eles podem não ter tanto "comidas típicas" mas eles tem a um pouco culinária do mundo a sua disposição.
Lar@Nova.York.II
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| Grand Central - Nova York |
Can't take my eyes off of you
You'd be like heaven to touch
I wanna hold you so much
At long last love has arrived
And I thank God I'm alive
You're just too good to be true
Can't take my eyes off of you
...
I love you baby and if it's quite all right
I need you baby to warm the lonely nights
I love you baby, trust in me when I say
Oh pretty baby, don't bring me down I pray
Oh pretty baby, now that I've found you stay
And let me love you baby, let me love you"
[Can't take my eyes off you - Frankie Valli]
O ultimo passeio foi mais uma vez na cidade de Nova York.
Desta vez também andamos pelo Central Park, saboremos gostosuras no Eataly (uma mistura de estabelecimentos de comida italiana), andamos pelo centro e vimos a Parada do dia de Columbus (no qual eu me lembrei que estava neste mesmo feriado no ano anterior em Nova York com minha amiga de apartamento brasileira - que não mora mais comigo). Visitamos a bela estação do Grand Central, visitamos algumas lojas na Times Square incluindo a dos coloridos M&M.
Curiosamente ja fui trocentas vezes para NY mas nunca tinha ido em nenhum museu por lá (tcs-tcs) mas desta vez pude conhecer e fica com gostinho de quero mais no Museu de Arte Moderna, MoMa, onde vi algumas obras famosas como esta do Van Gogh (foto).
Para fechar o passeio fomos ainda para o musical de Jersey Boys.
A mamãe voltou para o Brasil e eu dei bye-bye para Nova York (foto) para voltar a rotina.
Fotos de todas essas andanças com a mamãe aqui: NYC, Canada
Lar@viagens.e.caramiolas
Uma coisa boa de viajar é que num lugar diferente voce aproveita não só para conhercer novas coisas mas se conhecer um pouco em exposição a coisas novas. Nesta viagem, por exemplo, eu percebi que minha mãe pode ser minha companheira de aventuras mesmo sem ter o mesmo pique que eu, que por mais que eu mantenha contato virtual nada substitui uma boa conversa pessoalmente (e isso eu sinto muito falta), que acordar muito cedo para pegar fazer o translado para outra cidade pode ser uma chatice, que meu francês é muito pior do que eu gostaria (mas eu adoro o francês e ainda consigo me comunicar), que eu gosto de tentar coisas novas (comidas, bebidas, lugares, atividades)...
Mas entre algumas conversas alguns pensamentos me vieram a tona. Não lembro bem quando mas, no meio da viagem teve um dia que minha mãe falava da saudade de estar em casa, do meu pai, das meninas, de todo mundo e eu vi que eu já me acostumei tanto a sentir saudades (no dia-a-dia) que quando eu viajo e tenho tanta coisa nova em volta é algo que quase não me passa pela cabeça...
Eu gosto de viajar e cada vez mais percebo isso, fico feliz e quero viajar mais e mais...
"I haven't been everywhere, but it's on my list"
"Eu não estive em todos os lugares, mas está na minha lista"
[Susan Sontag]
Vira-volta alguém me diz que eu sou do mundo e pergunta se eu vou voltar a morar no Brasil. Bem, se tudo der certo eu tenho mais uns dois anos e meio por aqui (muito menos ou mais significa que as coisas não estão indo tão bem). E, na verdade, eu mal consigo saber do meu presente imagina saber do meu futuro...
Mas, quanto a ser do mundo eu uso a sabedoria das minhas sobrinhas:
"A gente não é do mundo.
O mundo é que é da gente!"
Tem uma TED Talk (palestra) bem interessante sobre isso - ser do mundo [Onde é seu lar?] - no qual eu deixo uma passagem para terminar minha postagem:
Veja a palestra completa no seguinte link: http://www.ted.com/talks/pico_iyer_where_is_home.html
"A gente não é do mundo.
O mundo é que é da gente!"
Tem uma TED Talk (palestra) bem interessante sobre isso - ser do mundo [Onde é seu lar?] - no qual eu deixo uma passagem para terminar minha postagem:
"Sempre senti que a beleza de ser cercado por estrangeiros é que isso é que o mantém acordado. Não podemos tomar nada por óbvio. Viajar, para mim, é quase como estar apaixonado, pois de repente todos os seus sentidos estão ligados. De repente você está atento aos padrões secretos do mundo. A real viagem da descoberta, como disse Marcel Proust, não consiste em ver lugares novos, mas em ver com novos olhos. E claro, assim que você tenha novos olhos, mesmo os lugares antigos, mesmo seu lar tornam-se algo diferente."
Veja a palestra completa no seguinte link: http://www.ted.com/talks/pico_iyer_where_is_home.html








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