domingo, 23 de agosto de 2015

De repente, 30

Parecido com o filme de comedia-romantica sessão da tarde um dia eu acordei e tinha 30 anos. 
Uau! O tempo passou rápido, hein?
Mas, diferentemente do filme não pulei dos 13 aos 30 em uma noite - ao contrario - tive 17 anos bem vividos entre eles. O que me assustava não era os trintinhas batendo na porta e sim perceber que o tempo tinha (tem) passado tão rápido. 

O problema em fazer 30 não são os 30 em si mas sim as imagens que criamos ao longo da vida sobre o que seria ter 30, como nossas vidas deveriam estar nos 30 e por aí vai. Quando somos crianças todos as não crianças são velhos e um ou dois anos de diferença já são muita coisa. Vamos vivendo e vamos reconstruindo imagens sobre idade e diferenças de idade. Mas o problema é que muitas vezes (re)construimos imagens erradas. Lembro na época do teatro do ensino médio do CEFET fizemos um exercício sobre a postura e expressão corporal com o envelhecimento - era um exercício simples: cada um inventada um personagem e começávamos engatinhando como um bebê e depois íamos envelhecendo o personagem de acordo com a narração. Não lembro em que ponto meu personagem começou a ter dificuldades de andar mas lembro o espanto da professora ao dizer que metade do grupo já tinha colocado alguma deformação no seu personagem a partir dos 30. Ela terminou o exercício pedindo para que abríssemos a mente e observássemos melhor o mundo e que a idade não precisava ser tão avassaladora como representamos naquele exercício. 

Tentei olhar mais atenta ao mundo mas, mesmo assim, criei muitas imagens erradas. Aos 16 eu achava sabida mas achava que seria na faixa dos 20 que eu seria adulta. Aos 20 eu vi que não era "adulta" mas era maravilhoso ser jovem - contudo eu não sabia o que queria da vida e isso me fez tentar muitas coisas (principalmente perspectivas profissionais) mas achava que minha vida iria tomar forma depois de me formar. Me formei e me viciei em aprender (e tomar café e cachaça) e mesmo que às vezes me angustiasse que ainda era estudante (de pós) ainda estava no inicio dos 20, ainda tinha tempo, lá para os 30 a vida iria se definir. Daí quando cheguei no final dos 20 eu vi que minha vida não estava no ponto que eu achava que estaria para os 30, minha vida não estava definida mas, eu estava ok com isso. Sim, eu não casei ou tive filhos (quem sabe um dia, tudo em seu tempo), não comprei uma casa, o mais perto de ter um carro é minha bike, não tenho um emprego, ainda sou estudante (com dinheiro contado), não sei o que vou fazer da minha vida depois do doutorado mas, em geral, estou bem comigo. Sim, eu tenho 30 mas, nesta altura do campeonato, eu tenho que - em geral - a vida nunca vai estar mesmo no ponto que pensávamos que estaria; primeiro sempre mudamos esse ponto e segundo por que a vida é sempre mais incerta do que pensávamos (e disso vem as dores e as delicias do viver)... No final da conta vemos (e precisamos de alguns lembretes para nunca esquecer) que temos que viver cada dia, curtindo os encontros e desencontros dessa vida. Já diria meu caro Vinicius que "A vida é a arte do encontro embora haja tanto desencontros nessa vida" e sempre que escuto penso além dos encontros amorosos, penso nos emaranhados de caminhos/escolhas que tomamos cada dia, algumas nos fazem encontrar pessoas maravilhosas, outras nos tomam pessoas queridas e seguimos nos encontramos e desencontramos nesse maravilhoso emaranhado de caminhos que é viver.

Um dia eu acordei e tinha 30 anos.
Eu me sentia jovem e mesmo com a vida longe de tudo que um dia eu imaginei para os 30 eu estava feliz. Um dia eu quero acordar e ter 40, na verdade, enquanto me restar energia e saúde eu quero poder acordar e desfrutar da idade que tenha (seja 30, 40, 50, 60,...). Quero sempre ter lucidez para reconstruir todas as imagens de idade futura sei que tenho e terei. Quero sempre poder acordar, cada dia um pouco mais velha, e viver plenamente!

Revivendo os 30!

Nos últimos anos eu sempre tenho ficado um pouco melancólica/pensativa nas proximidades do meu aniversário. Acho que são as saudades das pessoas queridas que sempre tentei reunir ao redor de mim nessa celebração à vida. Esse ano eu queria celebrar e reviver um pouco o passado e eu pedi como presente memórias: relatos de alguma vivência comigo, fotos antigas, coisas que as pessoas conseguiriam associar a minha imagem (músicas, comidas, etc). Vou fazer um recorte de algumas coisas que me mandaram e de algumas coisas que vieram a minha cabeça entre as lembranças e as carinhosas mensagens de parabéns. 

Minha primeira memória, que hoje já não sei bem quanto é uma memória pura ou uma narração minha da minha memória, eu deveria ter uns 2 anos: eu estava nos braços de alguém (pai ou mãe) e entravámos na casa de Potilândia que estava sendo reformada. Lembro de parte do trajeto: entramos pela cozinha que ainda estava em parte encimentada e tinhas azulejos por toda parte, caminhamos até a sala e lembro avistar o corredor dos quartos. 
Minha irmã, que é um pouco mais de dois anos mais velha que eu, Luci, parece ter uma memória melhor que a minha pois na mesma idade que eu tenho minhas primeiras memórias ela tem memórias minhas: "Lara, só uns trinta anos pra contar as milhões de lembranças com você, minha spinellinha, minha companheira, eu lembro quando nasceu, apesar de eu ter só 2anos e meio, e lembro de suas mini pegadinhas molhadas de quando a gente saia do banho e vc devia ter uns 2 anos... ". Ele já me contou uma tantas dúzias de vezes isso: que adorava me ver saindo do banho deixando as pegadinhas e também da minha bundinha (e, por acaso, ela me chamou assim por algum tempo). 

Tenho varias memorias da pré-escola. 
Minha tia disse se lembrar do meu primeiro dia de aula "Seu primeiro dia de aula da vida,toda de fardinha dando tchau pra tia Ana e pra Socorro... " mas eu não lembro desse dia. Da pre-escola eu lembro: da farda, lembro de brincar de pegar grilos (vivos e depois soltar) em copinhos de plástico, lembro da sala de dormir, lembro da casinha do parque e de como eu adorava descer/subir pelo cano, lembro algumas vezes caminhar de volta para casa com minha mãe e meu irmão, lembro de ir de ônibus e que minha mãe pedia ao motorista para parar mais perto da escola, lembro de ter tarefas de casa que pareciam diversão. Lembro de ir varias vezes depois da aula para a casa dos meus avos, de comer sopa de horácio (sopa de verdura passada no liquidificador), de pedir papel para meu avó e ficar desenhando, de tomar leite quente com mini-cubinhos de gelo. Lembro do meu pai me botando para dormir fazendo cafuné e que muitas vezes ele dormia antes de mim, as vezes, eu fingia dormir e as vezes eu pegava na mão dele acordando-o para fazer mais cafuné nos meus cabelos. Enfim, tenho uma série de memórias descontínuas que vão e vem (principalmente desencadeadas por algo/alguém). 
Uma amiga que estudou comigo na pré-escola (Ana Claudia) lembrou de uma historia nossa "Larissaaa! Tenho uma lembrança da gente no NEI, tínhamos uns 4 anos (sim, eu lembro nitidamente!). Levei uma caixinha de sabonetes com formatos diferentes e um deles parecia chocolate. Você me perguntou se podia comer aquele chocolate e eu disse que sim, mas achei que você estava brincando. Quando vi que você comeu e entendi que você não sabia que era sabonete, já era tarde, tinha comido tudo e estava agoniada tentando botar para fora. Pensei que você ia morrer e essa é uma das 1as lembranças de peso na consciência que eu tenho na vida! Kkkkk". Eu não lembro (ou arquivei como outra história em uma versão bem diferente) dessa historia mas lembro de outra história de comer sabonete na pre-escola na qual alguém enfiava uma barra de sabão na minha boca e lembro que não era minha amiga então não devia ser a Ana. Assim, parece que realmente comi sabão duas vezes na pre-escola. Talvez por isso tenha crescido com boca-limpa. Para fechar lembro do livrinho de formatura com balões na capa cujo meu texto foi sobre a Guerra do Golfo e de ter dificuldade em diferenciar alguns sons, eu por exemplo, trocava "você tem que fazer isso" por "você quente fazer isso". Dessa parte de confundir sons/palavras tem uma historia clássica:  uma vez meu pai me falou que quando eu falava rápido eu errava e eu respondi para ele "Rápido" (sem errar)!

Ainda da primeira década da minha vida eu tenho outras tantas memórias. Lembro da escola que estudava, de pegar a rampa com emborrachado preto para ir para o auditório, das brincadeiras, dos milhares de apelidos que começaram a me chamar dada a minha altura privilegiada que começava a se sobressair, lembro de ser excluída do grupo das meninas populares e ser das últimas a ser escolhido para os times de esporte (talvez por isso tenho optado pelo balé e natação?). Lembro de ser  muito tímida na escola e tagarela no mundo (de acordo com o meu pai eu tinha conversa para por o bode na chuva, "E ele vai, papai?"). Lembro das caronas que meu pai me dava para as aulas de balé (e que eu voltava para a casa com a vizinha, Fernandinha) e da minha impaciência ao meu pai dirigir lentamente nas ruas de paralelepípedo ("dá para fazer o favor de andar mais rápido"). Lembro de ser uma boa aluna, de dançar (e adorar dançar) em todas as quadrilhas da escola. Lembro de passar as manhãs assistindo desenho animado, de almoçar correndo, tomar banho e sair correndo (quase sempre me atrasando alguns minutos para a escola), de ir/voltar com minha irmã para a escola. Lembro dos meus primeiros contatos com a computação (e me saí muito bem). Lembro dos diários que escrevia, alguns deles revelavam minha mente gulosa ao listar todos os comes e bebes que tinham nas festinhas que eu ia. Lembro dos domingos de praia com a família,  de subir o morro do careca, de querer sair com os irmãos/primos mais velhos e ser sempre a café com leite.  Pensando bem eu lembro de muito mais coisa que sou capaz de descrever/escrever aqui.

Da adolescencia lembro que me trocaram de turma, para uma turma de novatos e de isso ter sido uma das  melhores coisas que me aconteceu. Sem meus "amigos" que me faziam bullying (sim hoje eu sei que aquilo - apelidos e exclusões - era bullying) eu pude me soltar na escola. De mega-tímida eu passei até mesmo à líder de classe. Muitas coisas aconteceram nesse período. Lembro de passar boa parte dos meus finais de semana andando de patins e brincados com minhas primas e amigos nos tempos áureos da "rua de vovó". Lembro dos paquerinhas. Lembro em fazer quadrinhos com minhas amigas durante as aulas (Formigolaras x Giba-Cristinesas) que consistiam em diferentes maneiras delas me prenderem por eu ser pequena e de eu dar o troco (tirando sarro de qualquer características delas como vaidade, falta de atenção, etc). Foi nesse período que eu comecei a me interessar pela música (alem de escutar/dançar) e foi a Giba (Gidalia) que me ensinou a minha primeira musica (Lenha, Zeca Baleiro). Lembro das aulas de Capoeira e de como eu me divertia nelas; tinha um amigo que dizia que o mais bonito de me ver jogando era que eu jogava sempre rindo e eu lembro de rir com a alma durante aquelas aulas. Lembro de numa dinâmica da aula de português ter que perguntar a um dos meninos mais tímidos da sala "se ele ficava ou namorava" e de ter ele com um dos melhores amigos até então (Lipe).

A Ana Claudia, que assim como outros, estudaram comigo na pre-escola mas voltaram a estudar comigo no ensino fundamental me deu mais uma memória: "Lembranças boas tenho das sessões de violão com a galera na praça da mangueira, no contemporâneo. Bom demais!".

Desse período ganhei ainda essa memória relato da minha prima (Mari): "Prima, resgatei esses dois momentos que representam muito nossa infância e adolescência. Nessa época éramos bem diferentes nos pensamentos e atitudes, as vezes até "discutíamos", mas pode ter certeza que aprendi muito com você. Apesar da pouca diferença de idade você sempre foi a mais madura, esperta, desenrolada, artista, sempre tinha as melhores ideias de brincadeiras e as broncas mais "duras" também. São muuuuitas boas lembranças e seria impossível falar de todas ou eleger a melhor. O mais legal é perceber que nos tornamos amigas, confidentes, parceiras de viagem, conselheiras amorosa e profissional. Que sorte a minha ter uma amiga assim que além de tudo é minha prima. Tenho muito orgulho de você, de tudo que conquistou e tenho certeza que ainda tem muito mais por vir. Esse mundo é pequeno para nossa Lara!!!!"

Eu entrei na escola de música num curso básico de violão clássico e lá eu conheci a Mise: "Lara, eu lembro de quando a gente se encontrava pra tocar violão, você imprimia cifras pra mim e me dava cds com musicas que você escolhia, com uma capinha que vc mesma fazia (até dia desses tinha o de paralamas), a gente conversava sobre a vida, amores, temores e toda pauta adolescente disponível, lembro do quanto eu já admirava sua capacidade de dar conta de tanta coisa ao mesmo tempo e ainda assim ter aquele tempinho pra gente conversar. Durante esse tempo você era sempre a primeira pessoa pra quem eu contava qualquer novidade e eu tinha o telefone fixo da sua casa decorado haha Te amo, Lara, o universo sempre a seu favor, e o coração cheio de amor. Feliz aniversário! May the force be with you!"

O Ensino Médio foi outro período maravilhoso de minha vida. Eu fui descobrindo que gostava de mil e uma coisas e diziam as mas línguas que em algum ponto eu fazia simultaneamente 10 diferentes atividades (violão, teatro, grêmio, ONG/canto, francês, inglês, banda, aula de pintura, xadrez) mas, de fato, eu vivencie/aprendi muitas coisa e conheci muita gente legal nesse período (se eu fosse lembrar tudo aqui eu tinha que passar uns 30 anos escrevendo - =P)

Uma amiga do Xadrez (Beca) me deu essa memória: "Larissinha! Que massa mais um aninho! Bem como solicitado como presente te deixarei uma memória que tenho de você! Uma garota que a primeira vista me pareceu tímida, mas isso mudou em alguns segundos, brincalhona e extremamente inteligente, quis ser sua amiga de cara. Me ensinou a jogar xadrez e eu morria de medo de jogar contra você afinal você era uma referência pra mim. 
Me lembro da nossa viagem para batatais em 2002 indo para meu primeiro campeonato de Xadrez e voce me ensinando a anotar as partidas. Quando voltamos de viagem você foi passar comigo e Nova Cruz as partidas e falou que eu exclamei em uma partida, eu juro que nem sabia o que era aquilo aí você falou "Valeu Betwel" ahuhuahua me lembro muito de você e nosso tempo no chess. Sinto falta da convivência e me lemrbo com carinho dos momentos que jogavamos e do nosso tempo no CEFET".

Depois, eu assumi, meu lado nerd e comecei a cursar Ciência da Computação. Lembro de me estrangular com o tempo no primeiro ano para dar conta de trabalhar na ONG, cursar as disciplinas e o recém ingressado técnico de violão (que eu abandonei depois de um ano para me dedicar aos computadores). Dei aula de informática básica, ralei e perdi noites estudando e terminando projetos, fui do PET (Programa de Educação Tutorial e adorava os encontros do mesmo) e no final fui "embaixadora da Sun" período presenteado por memória de duas pessoas. Ulisses: "Larissa lembro que te conheci como bolsista da Sun Microsystens em Natal/UFRN. Acho que na época nem morava mais em Natal. Achei a iniciativa da Sun legal. Acho que o programa foi descontinuado pela Oracle. Uma pena. Pelo menos tive a oportunidade de te conhecer... Abraços e sucesso!"  e Tim (um palestrante americano que foi num dos encontros que ajudei na organização): "Eu não me importo em envelhecer - cada ano eu sou menos idiota. :-) Quanto as memórias, eu lembrei achei uma de uma pobre estudante de Natal que foi solicitada a "ser" um estande de microfone para mim (eu não pediria ninguém para fazer isso mas agradeço profundamente! Deve ter dito um pouco embaraçoso". No final do curso eu debantei para Recife aonde fiz o curso de resistência em (teste) de software do Cin/UFPE. 

No mestrado eu fui para o Rio, comecei a morar só e descobri o quanto a saudade doía. Foi nesse período também que eu comecei esse Blog! =)
Um amigo  (David) me deu como presente "feijão verde com queijo coalho!" fazendo referência à minha importação de feijões de Natal e minha teimosia de cozinha e receber meus amigos (as vezes uns 10) no meus super kit-net de 27 metros quadrados. Do mestrado ainda o Daniel (amigo do grupo de grafos) me presenteou com essa memória/foto/relato aqui:
"Larissa é uma garota com o coração que só não é tão grande quanto seu sorriso. :-)

Me lembro até hoje que no meio de toda conturbação das matérias da pós-graduação lá no PESC, ela conseguia reunir toda a turma de algoritmos distribuídos e de redes complexas para fazer grupos de estudos. Não consigo imaginar outra pessoa que conseguiria tal façanha."





De lá veio o até aqui, doutorado em Boston, no qual completei meu 4˚ aniversário. Ou seja, já dá para ter memórias daqui e ganhei algumas (e perdi algumas que me foram enviadas pelo whatsapp - que deu problema e perdi tudo).

 "Lari, este foi o dia em que te conheci. Churrasco do PubBoston , junho de 2013. Lembro muito do slackline armado e da "how wonderful world 🎶" no ukulele.
Lari, que essas memórias possam alegrar seu dia e que vc tenha um novo ano cheio de saúde, paz e alegrias. Bj no ❤"
(Maria Emilia)







"Lari Parabéns!
Que seus dias sejam repletos de muita alegria e saúde!!
Que vc continue sendo esta pessoa maravilhosa, obrigada por sua amizade, por seus shows musicais (tops!), por tentar me ensinar a patinar, por fazer um boneco de gelo comigo, por ficar 12 horas esperando a bola de cristal cair na Times (rs!), enfim pelos momentos incríveis :-)
Happy Bday! —"
(Isa)




Esse ano celebrei meu aniversario em partes. Uma semana antes numa festa/churrasco 3-em-1, junto com o aniversário de um amigo (Roger) e a despedida de uma amiga (Aline)... isso é, rodeada de amigos e pessoas queridas. Na minha última noite dos 20's coloquei um vestido preto florido (para afastar a melancolia) e saí para dançar: a banda tocava covers de rock e achei justo me despedi dos 20's com bandas que marcaram tanto essa minha década como Beatles e The Doors. Meu primeiro dia dos 30's fui para praia com os amigos, me lembrei das tantas vezes que fui (ou tentei) celebrar meu aniversário na praia e me banhando (nas aguas geladas daqui) dei boa vindas à nova idade.

Festa 3-em-1

Enfim, no aniversário recebi muitos votos de felicidades e bonanças.
Se posso olhar para trás e saber que tive uma boa vida me encanta ainda mais olhar para os lados e ver que estou/estive sempre cercada (perto ou longe) de carinho, amor e de pessoas maravilhosas.
Obrigada!

Um comentário:

  1. E ai Larissa!!

    Muito legal! Essa coisa de fazer 30 (no meu caso 30 e poucos... mas não interessa, certo?) assusta, né?
    O que me assusta é que aos 30 eu achava que já teria a vida toda arranjada: família, emprego,...
    A verdade está longe disso e eu agora com 32 fico pensando: "será se estou tão jovem quanto sinto ou é uma ilusão?"

    Sucesso na vida e que tenha bons momentos!

    Bj

    Antonio

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