2016 foi o ano que eu me perdi em mim.
2017 foi um ano também complicado. Tentei entender minhas fraquezas, briguei muito comigo mesma mas também conversei muito comigo.
Se as vezes não é facil entender o todo eu tento entender as partes.
Minhas tristezas vem em ciclo.
Entender isso me fez mais forte para cuidar de mim e para pedir ajuda também...
De todas as coisas que não sairam como planejadas, de todas as incertezas e decepções algumas certezas comigo mesma emergiram.
Sou uma pessoa boa.
Quando bem, eu sou feliz sendo boba - não me importa os 32 anos na cara, não sou do tipo mulher mega madura - se estou bem e ao redor de pessoas queridas sou boba, faço caretas, dancinhas ridiculas e musiquinhas inventadas.
Eu sempre gostei de fazer muito coisa e ainda gosto. Não me importo em estar sempre ocupada. Me importo sim em estar afogada de trabalho e com este se acumulando. Quando estou bem, tenho energia para fazer mil e duas coisas e simplesmente, adoro! Adoro tentar coisas novas. Na lista deste ano estão: tênis (fiz aulas e tudo mais) e badminton (joguei uma vez).
Se 2017 pareceu ser ano de drama em estilo novela mexicana - incluindo decepções com carinhas legais do meu passado e tentatativas frustantes de online datings... ao menos sei que interti muito bem alguns amigos que poderiam comer pipoca sem piscar o olho com o desfecho de algumas histórias. O balanço do ano foi: ainda tenhos esperança que coisas boas acontecem para pessoas legais ou pior que tá não deve ficar.
Uma amiga me sugeriu - ao meu comentário que deixaria minha vida pessoal/amorosa em segundo plano por hora- que eu deveria abraçar as incertezas (meio que como uma estratégica política em momentos de crise). Se não sei quando me formo ou o que vai ser da minha vida em alguns meses ainda sim poderia tentar viver bem com isso e até mesmo caso queira me permir a coisas que podem vir a ser duradouras (porém incertas).
E sobre aquela velha questão do que quero da minha vida. Outro dia respondi brincando que queria ser feliz e um amigo zombou comigo que nunca tinha visto ninguém escolher deliberadamente ser miserável. No meu mundo de incertezas minhas respostas são razas (e repetitivas, vide 2016) e por hora só tenho a certeza que quero por no balanço o final do doutorado. Quem sabe minha lista vira mais nobre ou mais ambiciosa nos anos seguintes...
Ainda sobre meu futuro: não sei aonde, não sei fazendo o que mas seja lá o que o destino me reservar espero ter pessoas queridas para compartilhar minha jornada, poder ser boba do meu jeito, a clareza que sou uma boa pessoa, ter energia para fazer mil e três coisas, continuar descobrindo coisas novas, continuar aprendendo e ter saúde.
2017 foi um ano também complicado. Tentei entender minhas fraquezas, briguei muito comigo mesma mas também conversei muito comigo.
Se as vezes não é facil entender o todo eu tento entender as partes.
Minhas tristezas vem em ciclo.
Entender isso me fez mais forte para cuidar de mim e para pedir ajuda também...
De todas as coisas que não sairam como planejadas, de todas as incertezas e decepções algumas certezas comigo mesma emergiram.
Sou uma pessoa boa.
Quando bem, eu sou feliz sendo boba - não me importa os 32 anos na cara, não sou do tipo mulher mega madura - se estou bem e ao redor de pessoas queridas sou boba, faço caretas, dancinhas ridiculas e musiquinhas inventadas.
Eu sempre gostei de fazer muito coisa e ainda gosto. Não me importo em estar sempre ocupada. Me importo sim em estar afogada de trabalho e com este se acumulando. Quando estou bem, tenho energia para fazer mil e duas coisas e simplesmente, adoro! Adoro tentar coisas novas. Na lista deste ano estão: tênis (fiz aulas e tudo mais) e badminton (joguei uma vez).
Se 2017 pareceu ser ano de drama em estilo novela mexicana - incluindo decepções com carinhas legais do meu passado e tentatativas frustantes de online datings... ao menos sei que interti muito bem alguns amigos que poderiam comer pipoca sem piscar o olho com o desfecho de algumas histórias. O balanço do ano foi: ainda tenhos esperança que coisas boas acontecem para pessoas legais ou pior que tá não deve ficar.
Uma amiga me sugeriu - ao meu comentário que deixaria minha vida pessoal/amorosa em segundo plano por hora- que eu deveria abraçar as incertezas (meio que como uma estratégica política em momentos de crise). Se não sei quando me formo ou o que vai ser da minha vida em alguns meses ainda sim poderia tentar viver bem com isso e até mesmo caso queira me permir a coisas que podem vir a ser duradouras (porém incertas).
E sobre aquela velha questão do que quero da minha vida. Outro dia respondi brincando que queria ser feliz e um amigo zombou comigo que nunca tinha visto ninguém escolher deliberadamente ser miserável. No meu mundo de incertezas minhas respostas são razas (e repetitivas, vide 2016) e por hora só tenho a certeza que quero por no balanço o final do doutorado. Quem sabe minha lista vira mais nobre ou mais ambiciosa nos anos seguintes...
Ainda sobre meu futuro: não sei aonde, não sei fazendo o que mas seja lá o que o destino me reservar espero ter pessoas queridas para compartilhar minha jornada, poder ser boba do meu jeito, a clareza que sou uma boa pessoa, ter energia para fazer mil e três coisas, continuar descobrindo coisas novas, continuar aprendendo e ter saúde.
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