Continuação do recorte de passagens (com tradução livre) do livro "The Power of Habit: why we do what we do in life and business" (em português "O poder do hábito: Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios") de Charles Duhigg.
Hábitos chaves, ou a balada de Paul O'Neill: que hábitos importam mais
"' Eu sabia que eu tinha que transformar Alcoa', me disse O'Neill. 'Mas você não pode mandar as pessoas mudarem. Não é assim que o cérebro funciona. Então eu decidi que iria começar focando em uma coisa. Se eu pudesse romper os hábitos em relação a uma coisa, iria se espalhar para a companhia inteira.'
O'Neill acreditava que alguns hábitos tem poder de começar uma reação em cadeia, mudando outros hábitos quando ele se move através da organização. Alguns hábitos, em outras palavras, são mais importantes que outros para refazer negócios e vidas. Esses são os hábitos chave, e eles podem influenciar como as pessoas trabalham, comem, brincam, vivem, gastam e se comunicam. Hábitos chaves começam um processo que, com o tempo, transforma tudo.
Hábitos chaves nos dizem que o sucesso não depende de conseguir tudo corretamente, mas ao invés disso depende em identificar algumas prioridades chaves e moldar estas em níveis poderosos."
"O'Neill descobriu a sua prioridade principal, se ele aceitasse o emprego, teria que ser algo que todos - uniões de trabalhadores e executivos - iriam concordar que era importante. Ele precisava de um focus que trouxesse as pessoas juntas, que iria dar para ele espaço para mudar como as pessoas trabalhavam e comunicavam. (...) Isso foi o que eu decidi focar: mudar os hábitos de segurança de todos."
"O plano de segurança de O'Neill, na verdade, era modelado no ciclo de hábito. Ele identificou uma deixa simples: um empregado machucado. Ele estabeleceu uma rotina automática: todo vez que alguém se machucasse o presidente da unidade teria que mandar um relatório para ele em 24 horas e apresentar um plano para que esse incidente não acontecesse novamente. E tinha uma recompensa: apenas as pessoas que abraçarem o sistema seriam promovidas."
"Pesquisadores tem achado dinamica similares em dezenas de outros cenários incluindo a vida de indivíduos.
Observe, por exemplo, estudos da última década analisando o impacto dos exercícios em rotinas diárias. Quando pessoas começam a se exercitar regularmente, mesmo que tao infrequente como uma vez na semana, elas começam a mudar outros não relacionados padrões em sua vidas, muitas vezes sem saber. Tipicamente, pessoas que se exercitam comeram a se alimentar melhor e se tornam mais produtivos no trabalho. Elas fumam menos e mostram mais paciência com colegas e familiares. Elas usam menos frequentemente os seus cartões de credito e se sentem menos estressadas. Não é completamente claro por quê. Mas para muitas pessoas, se exercitar é um hábito chave que dispara e espalha mudança. 'Se exercitar se espalha.' disse James Prochaska, pesquisador da Universidade de Rhode Island. 'Tem alguma coisa a respeito que faz os outros bons hábitos mais fácil'.
Estudos relatam que familias que normalmente comem jantar juntas parecem criar crianças com melhor capacidade para os trabalhos de casa, melhores notas, maior controle emocional e maior confiança em si. Fazer sua cama diariamente esta relacionado com melhor produtividade, um melhor sensação de bem-estar, habilidades mais fortes de se manter no orçamento. Não é que uma refeição familiar ou uma cama arrumada causa melhores notas ou gastos menos frívolos. Mas, de alguma maneira, esses passos iniciais parecem começar uma reação em cadeia que ajuda a mater outros bons hábitos.
Se voce se forcar em mudar ou cultivar hábitos chaves, voce pode espalhar reações me cadeia. Entretanto, identificar esse hábitos chaves é uma proeza."
"Pequenas vitorioso são exatamente o que elas soam, e são parte como hábitos chaves criam mudanças que se espalham. Um grande número de pesquisadores tem mostrado que pequenas vitórias te um enorme poder, a influencia é desproporcional ao alcançado com as vitorias por si só. ' Pequenas vitorias são uma aplicação estável das pequenas vantagens', uma vez escreveu um professor de Cornell em 1984. 'Uma vez que uma pequena vitoria é alcançada ela forças são colocadas em mudança em favor de outra pequena vitoria'. Pequenas vitorias ganham combustível transformativo de mudanças por dar pequenas vantagens aos padrões que convencem que grandes conquistas são possíveis de serem alcançadas."
Starbucks e o hábito de sucesso: quando a força de vontade se torna automática
"Para Trevis e milhares de outros, Starbucks - assim como outras tantas companhias - tem conseguido sucesso em ensinar o tipo de habilidade que escolas, famílias, e comunidades tem falhado em prover. Com mais de 137.000 empregados e mais de um milhão de ex-empregados, Starbuck é de certa maneira, um dos maiores educadora nacionais. Todos esses empregados, no primeiro ano, ficaram pelo menos 50 horas em salas de aula do Starbucks, e dezenas mais em casa com os seus livros de trabalho e falando com os mentores da Starbucks designados para eles.
No centro desta educação tem um intenso focus em um importante hábito: a força de vontade. Dezenas de estudos mostram que a força de vontade é o hábito chave mais importante para indivíduos de sucesso."
"E a melhor maneira de fortalecer a força de vontade e ajudar o crescimento dos estudantes, dizem estudos, é fazer deste um hábito. 'As vezes parece que pessoas com um grande auto-controle não estão trabalhando duro - mas é porque elas fazem isso automaticamente.' Assim me disse Angela Duckworth, uma pesquisadora da Universidade da Pensilvania. 'A força de vontade deles ocorre sem que eles precisem pensar a respeito dela'."
"Existem mais de duzentos estudos com essa ideia, e todos eles acharam a mesma coisa. A força de vontade não é um apenas uma habilidade. É como um músculo, como os músculos de seus braços ou pernas, se ficam cansados por terem trabalhado duro, então eles tem menos poder restante para outras coisas.
Mas até aonde essa analogia se extende? Podemos exercitar a força de vontade fazendo-a mais forte assim como fazemos com pesos para nossos bíceps? "
"'Quando voce aprende a se forçar a ir para a academia, ou fazer a lição de casa, ou comer a salada no lugar do hambúrguer, parte do que esta acontecendo é que voce esta mudando como voce pensa.' disse Todd Heatherton, um pesquisador da universidade de Darthmouth que trabalhou com estudos de força de vontade. 'Pessoas ficam melhores em controlar seus impulsos. Elas aprendem como se distrair das tentações. E, uma vez que pegou a essência da força de vontade, seu cérebro já tem pratica cem te ajudar a focar numa meta.'"
"Não existe nenhuma razão por qual os outros pacientes - os que não escreveram os seus planos de recuperação - não poderiam ter se comportado da mesma maneira. Todos os pacientes foram expostos as mesmas recomendações e alertas no hospital. Todos eles sabiam que os exercícios eram essenciais para a recuperação. Todos eles ficam semanas na re-habilitação.
Mas pacientes que não escreveram nenhum plano tinham uma desvantagem significante devido ao fato que eles nunca pensaram antecipadamente como lidar com a dolorosa inflexão das coisas. Eles nunca deliberadamente planejaram hábitos de força de vontade."
"'Quando pedimos para as pessoas fazer algo que precisa de auto-controle, se elas acham que estão fazendo por motivos pessoas - se elas sentem que é uma escolha ou algo que elas gostem de fazer porque ajuda alguém - é muito menos pesado. Se elas acham que não tem nenhuma autonomia, os músculos da força de vontade se cansam muito mais rápido.'"
O poder da crise: como líderes criam hábitos através de acidente e planejamento
"Nelson and Winter passaram mais de uma década examinando como companhias trabalham, e atravessaram pântanos de dados antes de chegar na conclusão central que: 'Muito do comportamento da firma' - eles escreveram - é melhor 'entendido como o reflexo de hábitos generais e orientações estratégicas vindas do passado da firma' do que 'o resultado de um consulta detalhada dos galhos remotos da árvore de decisão.'
Ou colocando numa linguagem menos técnica, pode parecer que muitas das organizações tomam decisões racionais baseadas em deliberações das tomadas de decisão, mas isto não é como realmente as empresas operam. No lugar, firmas são guiadas pelos hábitos organizacionais de longo termo, padrões que constantemente surgem de centenas de decisões independentes dos empregados. E esses hábitos tem um impacto mais profundo do que qualquer um tenha entendido."
"Essas instituições normalmente só acham que a reforma é possível quando o senso de crise toma conta."
"Na verdade, crises são oportunidades tão valiosas que constantemente um líder inteligente prolonga a ideia de emergencia e propósito.
Como a Target sabe o que voce quer antes de voce: quando companhias predizem (e manipulam) hábitos
"Nas duas décadas passadas, entretanto, as vendar de varejo tem se tornado mais e mais competitivas, cadeias como Target começaram a entender que elas não poderiam confiar no velho saco de truques. E o único modo de aumentar os lucros seria entender os hábitos de compras de cada usuário e aplicar um marketing um-a-um, com pegadas personalizadas planejadas para serem apelativas para as preferencias de compras únicas do usuário."
"Clientes compram aproximadamente a mesma quantidade de comida cada vez que eles vão as compras, mesmo que eles tenham planejado reduzir.
'Consumidores algumas vezes agem como criatura de hábitos, automaticamente repetindo comportamentos passados com pouco respeito as metas atuais.' escreveram dois psicólogos da Universidade da Carolina do Sul em 2009.
O efeito surpresa desses estudos, entretanto, foi que mesmo que todos dependem de hábitos para guiar suas compras, o hábito de cada pessoas é diferente.
(...)
Target quer tirar vantagem das particularidade de cada pessoa. Mas quando milhões de pessoas entram pelas suas portas todos os dias, como rastrear a preferencia e os padrões de compras de cada uma?
Você coleta dados. Uma quantidade enorme e quase inconcebível de dados."
"Target não esta sozinho no seu desejo de prever os hábitos de consumos de seus clientes. Quase todos os maiores varejistas incluindo Amazon, Best Buy, Kroger, 1-800-Flowers, Olive Garden, Anheuse-Bush, Anheuser-Busch, o serviço postal americano, Fidelity Investimentos, Hewlett-Packard, Bank of America, Capital One e centenas de outros tem departamento de 'analises preditivas' devotados em descobrir as preferencias dos clientes."
"Em 1984 um professor visitante da UCLA chamado Alan Andresean publicou um artigo que tentava responder a seguinte questão: Por que algumas pessoas mudam repentinamente seus hábitos de compras?
(...)
O que ele descobriu virou um pilar na teoria de marketing moderno: Os hábitos de compras das pessoas são mais favoráveis a mudança quando elas passam por um evento de vida maior.
(...)
'Mudar de casa, se casar ou divorciar, perder ou mudar de emprego, ter alguém que entra ou sai da casa' escreveu Andreasen são mudanças de vida que fazem os consumidores mais 'vulneráveis a intervenções de markeiteiros.'"
"'Algumas vezes estações vão fazer pesquisas ligando para os ouvintes e tocam um fragmento de uma musica e os ouvintes vão dizer, 'Eu já escutei essa música um milhão de vezes. Eu estou tolamente cansado dela.'' Me disse Meyer. 'Mas quando a música toca no rádio. Seu cérebro secretamente quer a música, porque é tão familiar a tudo que voce ja escutou e gostou. Parece certa.'
(...)
Nosso cérebro deseja familiaridade em música porque familiaridade é como nos manejamos escutar sem se tornar distraídos por todos os sons. Assim como os cientistas so MIT descobriram que hábitos comportamentais nos previne de nos tornar sobrecarregados pelas numerosas decisões que nos teríamos que fazer de outra maneira todos os dias, hábitos auditivos existem porque sem eles, seria impossível determinar se nos deveríamos nos concentrar na voz dos nossos filhos, no apito do técnico, no barulho de uma rua movimentada durante o futebol do sábado. Hábitos auditivos nos permitem a inconscientemente separar barulhos importantes dos que podem ser ignorados."
"'Esta nos livros de teoria de lista de músicas agora' me disse Tom Webster, um consultor de rádio. 'Toque uma música nova entre duas musicas hits populares.
(...)
'Manejar uma lista de musicas é sobretudo sobre mitigar riscos', disse Webster. 'Estações precisam se arriscar me novas canções, de outra maneira as pessoas param de escutar. Mas o que os ouvintes realmente querem são musicas que soem tão familiares como possível.'"
"Quer que vendendo uma nova música, comida, ou berço a lição é a mesma: se voce vestir o novo algo nos velhos hábitos, é mais fácil para o público aceitar.
O utilidade desta lição não é limitada para grandes corporações, agencia do governo, companhia de radio que esperam manipular nossos gostos. Essas mesmas intuições podem ser usados para como nos vivemos."
Hábitos chaves, ou a balada de Paul O'Neill: que hábitos importam mais
"' Eu sabia que eu tinha que transformar Alcoa', me disse O'Neill. 'Mas você não pode mandar as pessoas mudarem. Não é assim que o cérebro funciona. Então eu decidi que iria começar focando em uma coisa. Se eu pudesse romper os hábitos em relação a uma coisa, iria se espalhar para a companhia inteira.'
O'Neill acreditava que alguns hábitos tem poder de começar uma reação em cadeia, mudando outros hábitos quando ele se move através da organização. Alguns hábitos, em outras palavras, são mais importantes que outros para refazer negócios e vidas. Esses são os hábitos chave, e eles podem influenciar como as pessoas trabalham, comem, brincam, vivem, gastam e se comunicam. Hábitos chaves começam um processo que, com o tempo, transforma tudo.
Hábitos chaves nos dizem que o sucesso não depende de conseguir tudo corretamente, mas ao invés disso depende em identificar algumas prioridades chaves e moldar estas em níveis poderosos."
"O'Neill descobriu a sua prioridade principal, se ele aceitasse o emprego, teria que ser algo que todos - uniões de trabalhadores e executivos - iriam concordar que era importante. Ele precisava de um focus que trouxesse as pessoas juntas, que iria dar para ele espaço para mudar como as pessoas trabalhavam e comunicavam. (...) Isso foi o que eu decidi focar: mudar os hábitos de segurança de todos."
"O plano de segurança de O'Neill, na verdade, era modelado no ciclo de hábito. Ele identificou uma deixa simples: um empregado machucado. Ele estabeleceu uma rotina automática: todo vez que alguém se machucasse o presidente da unidade teria que mandar um relatório para ele em 24 horas e apresentar um plano para que esse incidente não acontecesse novamente. E tinha uma recompensa: apenas as pessoas que abraçarem o sistema seriam promovidas."
"Pesquisadores tem achado dinamica similares em dezenas de outros cenários incluindo a vida de indivíduos.
Observe, por exemplo, estudos da última década analisando o impacto dos exercícios em rotinas diárias. Quando pessoas começam a se exercitar regularmente, mesmo que tao infrequente como uma vez na semana, elas começam a mudar outros não relacionados padrões em sua vidas, muitas vezes sem saber. Tipicamente, pessoas que se exercitam comeram a se alimentar melhor e se tornam mais produtivos no trabalho. Elas fumam menos e mostram mais paciência com colegas e familiares. Elas usam menos frequentemente os seus cartões de credito e se sentem menos estressadas. Não é completamente claro por quê. Mas para muitas pessoas, se exercitar é um hábito chave que dispara e espalha mudança. 'Se exercitar se espalha.' disse James Prochaska, pesquisador da Universidade de Rhode Island. 'Tem alguma coisa a respeito que faz os outros bons hábitos mais fácil'.
Estudos relatam que familias que normalmente comem jantar juntas parecem criar crianças com melhor capacidade para os trabalhos de casa, melhores notas, maior controle emocional e maior confiança em si. Fazer sua cama diariamente esta relacionado com melhor produtividade, um melhor sensação de bem-estar, habilidades mais fortes de se manter no orçamento. Não é que uma refeição familiar ou uma cama arrumada causa melhores notas ou gastos menos frívolos. Mas, de alguma maneira, esses passos iniciais parecem começar uma reação em cadeia que ajuda a mater outros bons hábitos.
Se voce se forcar em mudar ou cultivar hábitos chaves, voce pode espalhar reações me cadeia. Entretanto, identificar esse hábitos chaves é uma proeza."
"Pequenas vitorioso são exatamente o que elas soam, e são parte como hábitos chaves criam mudanças que se espalham. Um grande número de pesquisadores tem mostrado que pequenas vitórias te um enorme poder, a influencia é desproporcional ao alcançado com as vitorias por si só. ' Pequenas vitorias são uma aplicação estável das pequenas vantagens', uma vez escreveu um professor de Cornell em 1984. 'Uma vez que uma pequena vitoria é alcançada ela forças são colocadas em mudança em favor de outra pequena vitoria'. Pequenas vitorias ganham combustível transformativo de mudanças por dar pequenas vantagens aos padrões que convencem que grandes conquistas são possíveis de serem alcançadas."
Starbucks e o hábito de sucesso: quando a força de vontade se torna automática
"Para Trevis e milhares de outros, Starbucks - assim como outras tantas companhias - tem conseguido sucesso em ensinar o tipo de habilidade que escolas, famílias, e comunidades tem falhado em prover. Com mais de 137.000 empregados e mais de um milhão de ex-empregados, Starbuck é de certa maneira, um dos maiores educadora nacionais. Todos esses empregados, no primeiro ano, ficaram pelo menos 50 horas em salas de aula do Starbucks, e dezenas mais em casa com os seus livros de trabalho e falando com os mentores da Starbucks designados para eles.
No centro desta educação tem um intenso focus em um importante hábito: a força de vontade. Dezenas de estudos mostram que a força de vontade é o hábito chave mais importante para indivíduos de sucesso."
"E a melhor maneira de fortalecer a força de vontade e ajudar o crescimento dos estudantes, dizem estudos, é fazer deste um hábito. 'As vezes parece que pessoas com um grande auto-controle não estão trabalhando duro - mas é porque elas fazem isso automaticamente.' Assim me disse Angela Duckworth, uma pesquisadora da Universidade da Pensilvania. 'A força de vontade deles ocorre sem que eles precisem pensar a respeito dela'."
"Existem mais de duzentos estudos com essa ideia, e todos eles acharam a mesma coisa. A força de vontade não é um apenas uma habilidade. É como um músculo, como os músculos de seus braços ou pernas, se ficam cansados por terem trabalhado duro, então eles tem menos poder restante para outras coisas.
Mas até aonde essa analogia se extende? Podemos exercitar a força de vontade fazendo-a mais forte assim como fazemos com pesos para nossos bíceps? "
"'Quando voce aprende a se forçar a ir para a academia, ou fazer a lição de casa, ou comer a salada no lugar do hambúrguer, parte do que esta acontecendo é que voce esta mudando como voce pensa.' disse Todd Heatherton, um pesquisador da universidade de Darthmouth que trabalhou com estudos de força de vontade. 'Pessoas ficam melhores em controlar seus impulsos. Elas aprendem como se distrair das tentações. E, uma vez que pegou a essência da força de vontade, seu cérebro já tem pratica cem te ajudar a focar numa meta.'"
"Não existe nenhuma razão por qual os outros pacientes - os que não escreveram os seus planos de recuperação - não poderiam ter se comportado da mesma maneira. Todos os pacientes foram expostos as mesmas recomendações e alertas no hospital. Todos eles sabiam que os exercícios eram essenciais para a recuperação. Todos eles ficam semanas na re-habilitação.
Mas pacientes que não escreveram nenhum plano tinham uma desvantagem significante devido ao fato que eles nunca pensaram antecipadamente como lidar com a dolorosa inflexão das coisas. Eles nunca deliberadamente planejaram hábitos de força de vontade."
"'Quando pedimos para as pessoas fazer algo que precisa de auto-controle, se elas acham que estão fazendo por motivos pessoas - se elas sentem que é uma escolha ou algo que elas gostem de fazer porque ajuda alguém - é muito menos pesado. Se elas acham que não tem nenhuma autonomia, os músculos da força de vontade se cansam muito mais rápido.'"
O poder da crise: como líderes criam hábitos através de acidente e planejamento
"Nelson and Winter passaram mais de uma década examinando como companhias trabalham, e atravessaram pântanos de dados antes de chegar na conclusão central que: 'Muito do comportamento da firma' - eles escreveram - é melhor 'entendido como o reflexo de hábitos generais e orientações estratégicas vindas do passado da firma' do que 'o resultado de um consulta detalhada dos galhos remotos da árvore de decisão.'
Ou colocando numa linguagem menos técnica, pode parecer que muitas das organizações tomam decisões racionais baseadas em deliberações das tomadas de decisão, mas isto não é como realmente as empresas operam. No lugar, firmas são guiadas pelos hábitos organizacionais de longo termo, padrões que constantemente surgem de centenas de decisões independentes dos empregados. E esses hábitos tem um impacto mais profundo do que qualquer um tenha entendido."
"Essas instituições normalmente só acham que a reforma é possível quando o senso de crise toma conta."
"Na verdade, crises são oportunidades tão valiosas que constantemente um líder inteligente prolonga a ideia de emergencia e propósito.
Como a Target sabe o que voce quer antes de voce: quando companhias predizem (e manipulam) hábitos
"Nas duas décadas passadas, entretanto, as vendar de varejo tem se tornado mais e mais competitivas, cadeias como Target começaram a entender que elas não poderiam confiar no velho saco de truques. E o único modo de aumentar os lucros seria entender os hábitos de compras de cada usuário e aplicar um marketing um-a-um, com pegadas personalizadas planejadas para serem apelativas para as preferencias de compras únicas do usuário."
"Clientes compram aproximadamente a mesma quantidade de comida cada vez que eles vão as compras, mesmo que eles tenham planejado reduzir.
'Consumidores algumas vezes agem como criatura de hábitos, automaticamente repetindo comportamentos passados com pouco respeito as metas atuais.' escreveram dois psicólogos da Universidade da Carolina do Sul em 2009.
O efeito surpresa desses estudos, entretanto, foi que mesmo que todos dependem de hábitos para guiar suas compras, o hábito de cada pessoas é diferente.
(...)
Target quer tirar vantagem das particularidade de cada pessoa. Mas quando milhões de pessoas entram pelas suas portas todos os dias, como rastrear a preferencia e os padrões de compras de cada uma?
Você coleta dados. Uma quantidade enorme e quase inconcebível de dados."
"Target não esta sozinho no seu desejo de prever os hábitos de consumos de seus clientes. Quase todos os maiores varejistas incluindo Amazon, Best Buy, Kroger, 1-800-Flowers, Olive Garden, Anheuse-Bush, Anheuser-Busch, o serviço postal americano, Fidelity Investimentos, Hewlett-Packard, Bank of America, Capital One e centenas de outros tem departamento de 'analises preditivas' devotados em descobrir as preferencias dos clientes."
"Em 1984 um professor visitante da UCLA chamado Alan Andresean publicou um artigo que tentava responder a seguinte questão: Por que algumas pessoas mudam repentinamente seus hábitos de compras?
(...)
O que ele descobriu virou um pilar na teoria de marketing moderno: Os hábitos de compras das pessoas são mais favoráveis a mudança quando elas passam por um evento de vida maior.
(...)
'Mudar de casa, se casar ou divorciar, perder ou mudar de emprego, ter alguém que entra ou sai da casa' escreveu Andreasen são mudanças de vida que fazem os consumidores mais 'vulneráveis a intervenções de markeiteiros.'"
"'Algumas vezes estações vão fazer pesquisas ligando para os ouvintes e tocam um fragmento de uma musica e os ouvintes vão dizer, 'Eu já escutei essa música um milhão de vezes. Eu estou tolamente cansado dela.'' Me disse Meyer. 'Mas quando a música toca no rádio. Seu cérebro secretamente quer a música, porque é tão familiar a tudo que voce ja escutou e gostou. Parece certa.'
(...)
Nosso cérebro deseja familiaridade em música porque familiaridade é como nos manejamos escutar sem se tornar distraídos por todos os sons. Assim como os cientistas so MIT descobriram que hábitos comportamentais nos previne de nos tornar sobrecarregados pelas numerosas decisões que nos teríamos que fazer de outra maneira todos os dias, hábitos auditivos existem porque sem eles, seria impossível determinar se nos deveríamos nos concentrar na voz dos nossos filhos, no apito do técnico, no barulho de uma rua movimentada durante o futebol do sábado. Hábitos auditivos nos permitem a inconscientemente separar barulhos importantes dos que podem ser ignorados."
"'Esta nos livros de teoria de lista de músicas agora' me disse Tom Webster, um consultor de rádio. 'Toque uma música nova entre duas musicas hits populares.
(...)
'Manejar uma lista de musicas é sobretudo sobre mitigar riscos', disse Webster. 'Estações precisam se arriscar me novas canções, de outra maneira as pessoas param de escutar. Mas o que os ouvintes realmente querem são musicas que soem tão familiares como possível.'"
"Quer que vendendo uma nova música, comida, ou berço a lição é a mesma: se voce vestir o novo algo nos velhos hábitos, é mais fácil para o público aceitar.
O utilidade desta lição não é limitada para grandes corporações, agencia do governo, companhia de radio que esperam manipular nossos gostos. Essas mesmas intuições podem ser usados para como nos vivemos."
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